sobre as cíclicas

Cíclicas é a bicicletada de mulheres de Porto Alegre.

A primeira pedalada aconteceu em 20 de janeiro  de 2011.

Cíclicas existe para incentivar o uso da bicicleta entre as mulheres de todas as idades. É uma iniciativa com intuito de promover capacitação quanto uso da bike  e para ajudar a conquistar segurança de pedalar nas ruas.  Nos reunimos para trocarmos experiências,  nos apoiarmos umas as outras e nos divertirmos pedalando.

Estaremos sempre no primeiro domingo do mês alí nos Arcos da Redenção.

Horário de inverno, 15h o encontro, saída às16h.

Horário de verão, 17h o encontro, 18h a saída.

28 responses to “sobre as cíclicas

    • Sugiro que se troque o nome Massa Crítica por Massa Cíclica. Na verdade o que se está fazendo é um ciclo vicioso sobre o uso da bicicleta. Para esclarecer , só uma pergunta: E a indústria , poluidora , da produção de bicicletas ? Pneus, alumínio, etc. são só detalhes.

      • Não entendi muito bem seu comentário Carlos. O que você quer dizer com um ciclo vicioso sobre o uso das bicicletas? Qual a crítica exatamente?
        Pra você é algo ruim usar a bicicleta, difundir a bicicleta? Se sim, por quê?
        Quanto a poluição, com certeza tudo polui. Estes computadores que estamos usando inclusive. Os celulares, rádios, televisões, pilhas…
        Ainda assim a bicicleta é menos poluente que automóveis por não emitir CO2. Por favor, preste atenção,acho que nem sabemos como o ar seria sem automóveis. A mesma coisa serve para o baruho,já que você comentou. O barulho da cidade é dos carros. Todas as horas de todos os dias.

        Lembrando que a bicicleta é uma opção, uma possibilidade de locomoção (também de lazer e esporte). Por que questionar esta possibilidade menos poluente e mais saudável?

        Já os automóveis matam todos os dias, pedestres, ciclistas, animais e os próprios motoristas.

  1. É ótima a iniciativa de se reunir centenas de ciclistas para um passeio em nome de uma causa. O respeito ao ciclista pelos motoristas no dia a dia é coisa que se conquista.
    Podemos tomar como exemplo Amsterdam capital da Holanda, aonde o pedestre e os ciclistas estão em primeiro lugar depois vem o motorista. Isto porque o poder público tomou as rédeas com relação a motoristas e ciclistas que, por sua vez meteram pressão para que se criassem leis a favor do respeito ao ciclista.
    Um abraço a todos, e continuem assim.

  2. Oi gurias!
    Quero muito conhecer vcs. Amanhã é o 1o domingo do mês. Vai rolar encontro?Vou sem bike [furtaram :((( ] e impedida de pedalar [joelho em observação]. Mas só p fazer um primeiro contato. Vai ser às 17h? Se alguém puder confirmar…

  3. Horário de inverno é o da estação?
    Como estamos no verão o encontro é às 17h?
    ou como acabou o horário de verão é às 15h?
    perguntas q não querem calar…kk

  4. Olá gurias
    Sim, acabou o horário de verão então o encontro deveria ser as 15h. Estive no local de 15-15:50h e não apareceu ninguém, o que aconteceu? onde estão as Cíclicas?
    Abs
    Elizabete

    • Eu fui às 17h. Como não responderam a tempo eu fui no horário q julguei ser o do encontro – desencontro q pena! Não apareceu ninguém nos Arcos😦
      no próximo tento de novo bjs

  5. Contribuição crítica.
    Embora sem expectativas de ter alguma atenção, gostaria de deixar, por descargo de consciência, alguns questionamentos.

    1 – No trânsito, motoristas de veículos pesados e de carros leves, motoqueiros e pedestres agem muitas vezes de forma imprudente e egoísta, por impaciência ou para levar alguma vantagem na situação, prevalecendo-se de sua condição (as vezes por ser mais forte e poder “botar por cima”, as vezes por ser o mais fraco e saber que o outro vai acabar cedendo para evitar um acidente), enfim, é um meio onde se enxerga muito do comportamento anti-ético da nossa sociedade de modo geral. Nesse contexto, queremos contribuir para um maior senso de cidadania e interesse coletivo, de gentileza de respeito ao outro, ou queremos fomentar uma idéia de “nós contra eles”? Queremos, no trânsito, como na vida, disputar espaços de forma egoísta ou corporativa, ou causar o mínimo de incômodo aos outros?

    2 – A bicicleta é um meio de transporte que não polui, é ao mesmo tempo lazer e exercício físico, e ainda não tem custo de locomoção. Contudo, as rodovias em geral são projetadas para veículos a motor e é para equacionar o fluxo destes e dos pedestres que é planejada a malha viária, que são definidos os locais e tempos dos semáforos e toda a sinalização de trânsito, etc. São poucas as ciclovias e em geral sem formar caminhos que possibilitem deslocamentos longos. Mas é óbvio que é melhor e mais seguro andar de bicicletas em faixas exclusivas do que numa avenida com fluxo intenso, paradas de ônibus, e ainda, em alguns trechos, carros estacionados, o que impossibilita o ciclista de andar junto ao meio fio da calçada. Sendo assim, é lógico que os ciclistas tenham como reivindicação, além do respeito por parte dos motoristas de modo geral, a ampliação de ciclovias e ciclofaixas, inclusive para que mais pessoas se sintam seguras para optar pelo uso da bicicleta como meio de transporte.

    3 – Se o intuito é andar de bicicleta por lazer (ou “celebração” de um grupo, culto religioso, ou qualquer coisa do tipo), não seria também lógica a opção por vias menos movimentadas, áreas de parques e as ciclovias existentes, em vez dos ambientes de asfalto, concreto e poluição das grandes avenidas, e ainda em horários de tráfego intenso?

    4 – Seja para passear, ou para deslocar-se entre sua residência e o itinerário do passeio, e sobretudo para usar-se a bicicleta como meio de transporte no dia-dia, é inveitável que ciclistas compartilhem as rodovias com automóveis e veículos maiores. Nesse caso, se o ciclista quer ter o direito de transitar como qualquer outro veículo, ele também tem o dever de respeitar as regras de trânsito, o que inclui, por exemplo, os semáforos, as faixas de segurança de pedestres, as vias preferenciais, e alguns princípios básicos de educação no trânsito como:

    a) “Nunca trancar o cruzamento”.
    Não temos o direito de prejudicar o deslocamento dos outros quando estes têm a preferência. É uma questão civilidade, de não transformar o trânsito numa guerra entre egoístas.

    b) “Dar preferência a quem está mais rápido”.
    É preciso ter paciência no trânsito, mas não é preciso causar incômodos propositalmente. Especialmente se a velocidade do veículo é segura e está dentro dos limites legais definidos para a rodovia, é injustificável a atitude de obrigá-lo a reduzir quando pode-se usar a pista da direita e dar passagem.

    c) “Veículos lentos trafegar pela direita”.
    Se o veículo irá trafegar sempre mais lentamente do que a maioria dos outros, deve manter-se na pista da direita. Um grupo de ciclistas, por exemplo, ocupando todas as pistas de uma avenida, sendo sabedores de que há um contingente de automóveis sendo freados por eles, estão, na prática, agindo de forma egoísta e exercendo o mesquinho poder de atrapalhar gratuitamente a vida alheia, prevalecendo-se da condição da condição de “massa”, e de estar na frente. Pra que fazer questão usar todas as pistas?? Isso em nada se confunde com um engarrafamento, por exemplo, pois, nesse caso, o problema é a quantidade de veículos, trafegando na mesma rodovia, no mesmo horário, mas ninguém está propositalmente trancando ninguém, pelo contrário, o que todos querem é sair daquela situação o quanto antes. A analogia mais precisa com a situação citada, obviamente não seria de um congestionamento, e sim, de outros veículos lentos ocupando propositalmente todas as pistas, como, por exemplo, três tratores que, ao invés de andarem pela direita, resolvem andar lado a lado, simplesmente para trancar o trânsito, prevalecendo-se de sua condição de estar na frente dos demais. Não temos o direito de julgar e ter pretensão de controlar a pressa alheia. Mesmo porque, mesmo uma situação aparentemente supérflua de uma pessoa trafegando sozinha em seu carro particular, por exemplo, pode ser reflexo de um dia extremamente corrido, sendo a locomoção no próprio carro a melhor forma encontrada pela pessoa para sair de seu local de trabalho, passar em mais algum outro lugar que tenha precisado e ir, e ainda tendo que buscar os filhos na escola, e depois ir para sua casa em outra região da cidade. Sem contar que, além de carros particulares, existem pessoas cansadas, voltando de suas jornadas de trabalho, mal acomodadas em ônibus lotados.

  6. É Rodrigues…os relacionamentos no trânsito não tem sido amistosos, muito menos éticos. Vejo manifestações de gentileza, mas de um modo geral há mais hostilidade, pressa, falta de paciência, desobediência/transgressões desnecessárias e claro, muita violência. E isto com tdos os “atores e atrizes ” q se deslocam pela cidade. Tod@s trocamos de papeis e cometemos nossas falhas, mas há possibilidades de mudanças. Apoio e incentivo a presença maior de bikes assim como mudanças de cultura: menos carro e + pedestres, + ciclistas e + variedade de transporte público. Podemos e devemos nos inspirar c as cidades q são mais voltadas p as pessoas e ativar mudanças na mobilidade urbana de PoA. Morei no Rio muitos anos, e acho q aqui é tão melhor nesse aspecto [do trânsito], sem ilusões d q seja algum paraíso… : ):) não podemos, no entanto deixar q vire um inferno😉

  7. Oi meninas!!! Adorei encontrar vcs pois amo pedalar mas só consigo pedalar na praia pois tenho muito medo do nosso transito.Será que posso fazer parte do grupo pois estou acima do meu peso e o professor da academia tem encentivado-me a procurar um grupo ou de caminhada ou bike algo que eu goste .Bom dia !!!!bjs………….

  8. Comentário crítico

    Justamente por ser esta iniciativa muito importante para a melhoria da qualidade de vida nas cidades, gostaria de solicitar o respeito dos usuários de bicicletas aos pedestres nas calçadas, pois já fui quase atropelada por duas vezes na calçada e não recebi nem mesmo um pedido de desculpas daqueles que, querendo ser respeitados, não respeitam. Lugar de bicicletas andarem, não é nas calçadas e menos ainda sem cuidado.
    Cada vez mais as calçadas estão sendo invadidas por bicicletas, colocando em risco as pessoas que ali transitam e que não imaginam ver surgir repentinamente uma bicicleta em seu caminho.
    Att
    Rosa Maria

    • Eu compreendo a sua inquietação Rosa Maria, e penso que quando a gente comete erros seja na calçada, na rua, na faixa de pedestres, seja de carro, a pé ou de bicicleta, que a gente faça uma auto crítica. Infelizmente a bicicleta não é legitimada e os motoristas constantemente mandam o ciclista ir para a calçada….muitos ciclistas tem muito medo de andar na rua porque não são respeitados pelos motoristas e acabam usando as calçadas…Mas eu acho que o importante seria usarmos o bom senso. Por exemplo, você já viu como as ciclovias estão cheias de pedestres? Visto que as calçadas são muitas vezes estreitas eu como ciclista tolero que os pedestres estejam ali. Porém eu acho que os pedestres poderiam utilizar a ciclovia com mais bom senso e não ocupá-la toda de tal maneira que não dê espaço para o ciclista.

      Eu acho que mesmo nãos endo o ideal, a calçada pode ser usada com educação por ciclistas numa ou noutra situação. Eu ando na via, justamente para poder andar mais rápido e não atrapalhar os pedestres, mas as vezes eu uso a calçada, quando seria contra mão na via e vou andar apenas uma ou 2 quadras, ou quando a via é de paralelepípedo e a calçada é mais lisa, muitas vezes vou pela calçada cuidando para não atrapalhar os pedestres, mas sempre fazendo um percurso bem menor em relação ao que eu faço na via.

      As calçadas devem estar mesmo sendo mais utilizadas por ciclistas porque aumentou mesmo o numero de ciclistas na cidade. Este aumento é coisa boa e quem sabe com o tempo se os motoristas respeitarem e cuidarem dos ciclistas eles tomam coragem para irem para a via, onde é o lugar deles e onde não atrapalha os pedestres né.

      Mas sugiro para todos nós o bom senso e tolerância numa cidade onde foi feita pensando só em carros e que é bastante desumana, onde ciclistas e pedestres não tem vez nem espaço suficiente para circularem.

      Mas sim, o maior tem que cuidar pelo menor, os veículos motorizados tem que cuidar dos ciclistas e pedestres, e os ciclistas tem que tomarem cuidado com os pedestres.

      Acho bom ressaltar que os carros motores são os responsáveis pelas mortes no transito, pela violência nas estradas, pela morte de outros usuários de carros, de pedestres e ciclistas. Não dá para comparar a bicicleta ao carro, nem quanto ao peso, nem a velocidade, nem a capacidade de danos aos outros (bom lembrar que a bicicleta não tem uma armadura como o carro e que nós os ciclistas estamos muito vulneráveis). Acho bom ressaltar porque não acho interessante que as pessoas passem a achar a bicicleta um perigo para a cidade.

      Acho que ciclistas e pedestres deveriam estar juntos na construção de uma cidade mais humana.

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